Que essa semana seja boa e produtiva, e com expectativa
de um final de semana prolongado, lógico que familiar mas muitos viajam para
passar o feriado com parentes e amigos, então sexta dia 29/03 é dia de comer
peixe, e nada melhor para acompanhar um bom peixe uma bela taça de VINHO, tanto
seco quanto suave, vai do gosto da pessoa eu prefiro o branco e seco, vamos
ficar sabendo um pouco dessa maravilha de bebida, onde quem há bebe pela
primeira vez e sabe degustar uma boa bebida, nunca mais vai querer de deixar
ela em suas compras pelo menos eu sou um desses ¨, então vamos lá:
Vinho...
Vinho é uma bebida obtida por
fermentação total ou parcial da uva fresca, ou do sumo da uva fresca (mosto).
A palavra vinho também pode ser aplicada
a bebidas feitas de outras frutas, vegetais, ervas e até flores, mas usada
sozinha aplica-se apenas ao produto que tem a uva como matéria-prima.
Pela importância que adquiriu em muitas
regiões do mundo, o vinho tornou-se objeto de uma ciência específica, a
enologia, dedicada ao estudo de composição, qualidade, características e
processos para sua elaboração.
A área dedicada ao cultivo da videira
aumentou de forma notável na segunda metade do século 20, sobretudo em certas
áreas do hemisfério sul.
De acordo com a cor, o vinho pode ser
tinto, rosado, clarete (ou palhete) e branco; conforme o sabor, pode ser doce,
semi-seco ou seco. Os vinhos doces contêm altas porcentagens de açúcar,
enquanto os secos têm pouco ou nenhum açúcar, embora não sejam amargos. Outra
classificação freqüente distingue, de maneira geral, vinhos comuns e especiais.
Comuns são os vinhos maduros ou verdes, resultantes da fermentação normal do
mosto, entre os quais se incluem os vinhos oficialmente classificados, nos
países produtores ou de consumo tradicional, como de consumo -- de mesa -- ou
como típicos. Os vinhos especiais compreendem os licorosos, aqueles de elevado
teor alcoólico, provenientes de mostos cuja fermentação foi interrompida por
adição de aguardente vínica ou de álcool vínico; os doces de mesa, de teor
alcoólico igual ou inferior a 14°; os espumantes naturais, cuja efervescência
resulta de uma segunda fermentação alcoólica em garrafa ou outro recipiente
fechado, produzida por processos tecnológicos clássicos; e os espumantes
gaseificados, cuja efervescência é produzida por adição de gás carbônico puro,
com aparelhagem adequada.
História do Vinho
É provável que o vinho tenha surgido no
sul da Ásia, de onde se estendeu à Europa e ao Extremo Oriente. O cultivo da
videira foi abandonado no Japão, na China e em boa parte dos países muçulmanos
por motivos religiosos e sociais, mas floresceu na Grécia e em Roma. Os romanos
difundiram a videira por seu império, em especial na Hispânia
e na Gália, onde pela primeira vez se utilizou o tonel para armazenar e
conservar o vinho. Mais tarde, como efeito da expansão colonial européia, a
cultura da vinha chegou a longínquas regiões, onde quer que a favorecessem a
natureza do solo e as condições climáticas.
Na Grécia antiga, o vinho era escuro e
geralmente bebido com água; bebê-lo sem mistura era considerado procedimento
devasso. Guardado em barricas, odres de pele de cabra ou ânforas de barro
tampadas com óleo ou com um trapo engordurado, o vinho estava todo o tempo em
contato com o ar. A maturação plena só foi possível a partir da generalização
do uso da garrafa e da rolha.
Na Idade Média, a produção e a qualidade
do vinho decaíram muito. Devido à necessidade de vinho para o serviço
religioso, o cuidado da vinha era uma preocupação particularmente eclesiástica.
O posterior reaparecimento de vinhos e vinhedos de reconhecida qualidade esteve
sempre associado à iniciativa de monges ou de monarcas especialmente devotados
à igreja. Atribui-se a Carlos Magno o plantio de famosos vinhedos do Reno e da
Borgonha, mas somente a partir do século 12 teve início o plantio de grandes
áreas e a ampliação do mercado do produto.



Hummmm muito bom seu post como sempre,estou adorando e conhecendo mais sobre as bebidas,Te AMO!
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